Páginas

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Frase Do Dia



*      As coisas que realizamos, nunca são belas quanto às que sonhamos. Mas às vezes, nos acontecem coisas tão belas, que nunca pensamos em sonhá-las.

terça-feira, 24 de abril de 2012

A Verdadeira História da Bruxa de Blair - parte 02

Quer ler a primeira parte? Clique aqui.

Todo mundo já deve ter visto ou pelo menos ouvido falar do filme A Bruxa de Blair, que é um longa de terror que fez um sucesso gigantesco no fim dos anos 90. O filme contava a história de 3 jovens que foram para a floresta de Burkittsville, Maryland, Estados Unidos, para gravar um documentário sobre uma lenda local de uma bruxa.


Durante o filme a lenda que eles investigam se mostra real e a bruxa os deixa perdidos na floresta, fazendo com que todos corram. Contudo o que deixou o longa mais famoso foi que ele era gravado como se fosse um documentário dando a impressão que a história era real, mas não era.
Apesar disso, a lenda da bruxa não é falsa, pois desde sua fundação, quando ainda era chamada de Blair, a cidade próxima à floresta teve momentos macabros, com acontecimentos inexplicáveis, mortes e crianças desaparecidas. Talvez a história do filme não seja verdadeira, mas a lenda da bruxa certamente tem seu fundo de verdade:

A Bruxa de Blair – parte 2


Depois da morte de Doce Eileen afogada no lago, onde onze pessoas juraram por suas vidas terem visto uma mão puxar a menina para morte, a cidade viveu uma época de calmaria. Onde a lenda da Bruxa foi quase esquecida por todos, mas apesar de 60 anos terem passado sem uma grande tragédia, parece que a maldição estava apenas adormecida, pois em 1886 ela voltou com uma força jamais antes vista nesse mundo.
Robin Weaver era um menino de oito anos, morador da cidade de Burkittsville, que um dia no passado havia sido a vila de Blair. Mas apesar do lugar ter mudado de nome, a floresta maldita ainda estava lá, esperando algum desavisado. E para o azar de Robin e sua família, ele acabou se perdendo lá em uma tarde e quando a noite chegou com toda sua escuridão o garoto não retornou, fazendo todos temerem o pior.

Assim que a notícia do desaparecimento se espalhou pelo local, uma equipe de busca foi montada para tentar resgatar o garoto. Dessa maneira cinco homens partiram em uma jornada noturna para dentro da floresta da Bruxa, sem temerem nada, pois o que poderia acontecer com eles estando todos juntos?
Mais de um dia se passou e o grupo de busca não retornou, muito menos o menino sumido. Pensando que talvez os homens estivessem perdidos, talvez por causa da noite ou quem sabe a floresta poderia ter os enganado. Por esse motivo uma segunda equipe partiu em busca da primeira e ainda acreditando que poderiam achar o pequeno garoto.
Depois de algumas horas de busca os primeiros homens foram encontrados, mas aquela altura eles eram apenas pedaços, pois todos tinham sido estripados e suas vísceras estavam espalhadas pelo chão, com os rostos deformados e as mãos amarradas. Vendo aquela cena infernal, o segundo grupo partiu de volta para cidade, tentando encontrar ajuda para remover o que havia sobrado dos corpos, mas para a surpresa de todos os mortos simplesmente haviam sumido do lugar onde foram encontrados e nas folhas restava apenas um pouco de sangue seco…


As buscas foram suspensas, pois não havia ninguém com coragem o bastante para entrar na maldita floresta de novo, pois todos temiam o mesmo fim dos primeiros homens que lá entraram. Por isso Robin Weaver jamais foi visto nesse mundo novamente e seus pais não tiveram um corpo para enterrar.
Durante muitos anos poucos ousaram entrar na floresta temendo por suas vidas e a lenda da Bruxa estava viva na mente de todos. Contudo em 1925, doze anos depois de ter ido morar na cidade de Burkittsville, Rustin Parr resolveu construir uma casa no meio da mata, em um lugar que ficava a mais de quatro horas de caminhada da cidade.

Certamente muitas pessoas pensaram que ele estava louco, mas após cinco anos de muito trabalho a casa ficou pronta. Durante algum tempo Rustin ainda ficou na cidade, pois trabalhava na loja do seu tio, mas após sua tia morrer a loja foi fechada e seu tio foi morar em outro lugar. Sem mais nada que o prendesse ali, ele foi morar de vez no meio do mato e cada vez menos era visto em Burkittsville. Dizem que chegou a um ponto onde ele aparecia na cidade apenas duas vezes ao ano.
Nesse tempo, os moradores pensavam que talvez tudo que tinha acontecido até hoje não passavam de histórias contadas por seus parentes mais velhos, pois se a Bruxa havia matado cinco homens em uma noite, como que apenas um que vagava quase todos os dias pela floresta não era atacado? Isso fez com que a crença na Bruxa fosse diminuindo, porém mal sabiam eles que parece que quanto menos se acredita nela, mais forte ela fica…
Até 1940 a vida em Burkittsville estava pacata, com Rustin Parr vivendo na floresta e a lenda sendo esquecida, mas naquele ano algo terrível estava para acontecer, algo tão cruel que ninguém jamais se esqueceria de que aquele lugar era amaldiçoado, pois uma tragédia macabra ia acontecer com essas sete crianças:





Esses longos anos fizeram todos se esquecerem da Bruxa de Blair, mas ela não esta adormecida, estava apenas preparando seu mais cruel e sanguinário golpe…

sábado, 17 de março de 2012

A Verdadeira História da Bruxa de Blair - parte 01

Todo mundo já deve ter visto ou pelo menos ouvido falar do filme A Bruxa de Blair, que é um longa de terror que fez um sucesso gigantesco no fim dos anos 90. O filme contava a história de três jovens que foram para a floresta de Burkittsville, Maryland, Estados Unidos, para gravar um documentário sobre uma lenda local de uma bruxa.


Durante o filme a lenda que eles investigam se mostra real e a bruxa os deixa perdidos na floresta, fazendo com que todos corram. Contudo o que deixou o longa mais famoso foi que ele era gravado como se fosse um documentário dando a impressão que a história era real, mas não era.
Apesar disso, a lenda da bruxa não é falsa, pois desde sua fundação, quando ainda era chamada de Blair, a cidade próxima a floresta teve momentos macabros, com acontecimentos inexplicáveis, mortes e crianças desaparecidas. Talvez a história do filme não seja verdadeira, mas a lenda da bruxa certamente tem seu fundo de verdade:

A Bruxa de Blair


A história dessa cidade, chamada de Blair, é mais antiga do que se possa imaginar, remontando o ano de 1771 que foi a data de sua fundação, quando ela tinha não mais do que duas ruas e uma dúzia de casas. Durante 14 anos a cidade prosperou normalmente, até que no fim de 1785, uma mulher que vivia no local, Elly Kedward, foi acusada de bruxaria. Algumas crianças disseram que ela as levava para sua casa e tirava sangue dos pequenos.


No meio do inverno daquele ano a mulher bruxa foi considerada culpada e foi expulsa do vilarejo. Sendo deixada na floresta a sua própria sorte, o que certamente deve ter causado sua morte. Talvez ela tenha morrido congelada, mas dizem que ela se afogou depois de cair na água gelada enquanto andava na floresta à noite.
Um ano se passou até que as coisas começaram a ficar feias na cidade. Durante o rigoroso inverno de 1786, todas as crianças e adultos locais que haviam acusado Elly de bruxa simplesmente desapareceram sem explicação alguma. Todos que sobraram juraram jamais citar o nome da bruxa de novo.


Muitos anos se passaram e um novo século havia surgido. E foi no ano de 1809, que um misterioso livro surgiu, como o nome de O Culto da Bruxa de Blair. A única edição dele está bastante destruída e mal pode-se ler seu conteúdo, mas pequenas partes ainda legíveis nos revelam que ele conta a história de Elly, a bruxa que foi abandonada na floresta para morrer:

“A velha horrorosa arrancou a cabeça do menino do corpo e manchou toda a Igreja com o sangue quente dele. Notei que um dente de cão surgia na perna dela… e ela controlava os animais da floresta.”
“Dentro dos buracos da falada parede, encontraram diversos marionetes, feitos com gravetos e pedaços de pano, todos sem cabeça.”
“Despertando em uma noite, ele viu claramente uma mulher entre o berço e as camas ao lado, olhando sobre ele. Ela desapareceu… E ele encontrou todas as portas batendo… Logo viu a mesma mulher, na mesma aparência novamente, e disse: “Em nome de Deus, o que é que você é?”. Ela caminhou para longe e no seu lugar havia sangue…” “Ela foi acusada de bruxaria por diversas crianças na vizinhança, Kedward antes dos magistrados, negou a acusação que está sendo colocada em cima dela…”
Em 1825, logo depois da cidade deixar de se chamar Blair e se tornar Burkittsville, as coisas começaram a ficar realmente assustadoras, pois a morte de uma criança fez com que todos temessem a volta da bruxa, pois no mês de agosto daquele ano 11 pessoas assistiram uma menina de apenas dez anos morrer afogada no riacho Tappy East. Todos que assistiram o terrível acontecimento dizem que viram claramente uma mão pálida brotar da água e puxar a menina para morte.
O corpo dela jamais foi encontrado, apesar de todos o esforço. E parecia que algo não queria que fosse, pois durante 13 dias após o afogamento o riacho ficou obstruído por madeiras e gravetos, como se quisessem dificultar as buscas…

quarta-feira, 7 de março de 2012

A Lenda do Drácula

Conde Vlad Tsepesh Aka Drácula


Vlad Drácula (pronuncia-se Drácula) ou Vlad, O Empalhador, foi um príncipe que realmente existiu, no qual Bram Stocker baseou o famoso Conde Drácula. Drácula nasceu na Transilvânia em 1431, na cidade de Sighisoara, ou Schassburg. Seu pai, Vlad Dracul (Vlad, O Demônio), foi membro um da Ordem do Dragão, o que significava um pacto de luta eterna contra os turcos. O nome Dracul significava Dragão ou Demônio, e se tornou símbolo de seu pai porque ele usava o símbolo do dragão em suas moedas. Com a idade de apenas 13 anos, Drácula foi capturado pelos turcos, que o ensinaram a torturar e empalar pessoas. Mas foi sob o seu reinado de em Wallachia, de 1456 a 1462, que ele realmente teve a chance de usar seus conhecimentos. Foi nessa época que surgiu a maioria das histórias. Por exemplo: um dia Dracula viu um homem com a camisa suja e maltrapilha. Ele perguntou se o homem tinha uma esposa, e o homem respondeu que sim, Dracula percebeu que ela era uma mulher saudável e cheia de fibra, e a chamou de preguiçosa. Como castigo, ela teve as mãos decepadas e seu corpo empalado. Ele procurou uma nova esposa para o homem e mostrou a ela o que acontecera com sua preguiçosa predecessora como uma forma de aviso. A nova mulher, definitivamente, não era preguiçosa.

O outro nome de Drácula, Tsepesh (ou Tepes), significava empalhador. Vlad era chamado assim devido à sua propensão para o empalhamento, como uma forma de punição para seus inimigos. Empalhamento era um método particularmente medonho de execução. A vitima era posta em um cavalo empurrada em direção a estacas polidas e untadas a óleo, de forma a não causar a morte imediata.

Esposas infiéis e mulheres promiscuas foram punidas por Drácula, tendo seus órgãos sexuais cortados, a pele arrancadas enquanto vivas e expostas a publico, com suas peles penduradas próximos aos seus corpos. Drácula apreciava especialmente execução em massa, em que várias vítimas eram empaladas de uma vez, e as estacas içadas. Como as vitimas se mantinham suspensas do chão, o peso de seus corpos faziam com que descessem vagarosamente pela estaca, que, devido a base lisa, ia arrombando os órgãos internos.

Para melhor apreciar o espetáculo, Drácula rotineiramente realizava banquete em frente às suas vitimas, e era um prazer para ele alimentar-se entre os lamentáveis sinais e ruídos de suas vitimas morrendo. O atual castelo de Drácula fica ao norte da Wallachia, na cidade de Tirgosvite. Vlad Tsepesh aka Drácula morreu em 1476. Algumas histórias contam que ele morreu em uma batalha disfarçado de turco. Como a vitória estava próxima, ele correu para o alto de um penhasco para apreciar tudo, mas foi confundindo com um turco e morto por seus próprios homens.

A tumba de Drácula fora aberta em 1931, mas estava vazia a não ser por um deteriorado esqueleto, uma coroa de ouro, uma gargantilha com a ideia de uma serpente e fragmentos de traje de seda vermelha, com um sino costurado. Infelizmente seus restos mortais foram roubados do History Museum of Bucharest (Museu Histórico de Bucareste), onde foram depositados.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

O Anjo da Guarda



Grande parte das pessoas não acredita em fantasmas ou espíritos. Mas, queira ou não, algumas aparições estranhas sempre surgem, sejam em fotos ou vídeos.
Uma dessas manifestações do além mais interessante de todos os tempos ocorreu em 2000, nas Filipinas, quando duas amigas saíram à noite para uma caminhada.
Em certo momento elas decidiram parar e tirar uma foto de recordação, assim pediram a uma terceira pessoa que as fotografasse. Até  esse momento nada de especial aconteceu, mas na hora de ver o resultado da fotografia a alma das meninas gelou, pois foi isso que viram:


É possível ver claramente um ser translucido segurando o braço de uma das meninas, a cena foi tão estranha, que muitos afirmam que não é um fantasma na imagem e sim o anjo da guarda.
Até hoje diversos especialistas em fotos manipuladas viram a imagem que foi tirada por um celular com baixa resolução, mas jamais um sinal de manipulação foi encontrado, transformando essa foto em um mistério intrigante.
Anjo da guarda ou fantasma, não importa, mas alguma coisa fora desse mundo estava ali, segurando o braço daquela menina, como se fosse uma amiga… Quem sabe alguém também esteja segurando o seu e você apenas não consegue ver?



Fonte

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Seria Possível Rejuvenescer através do Sangue?


Por acaso seria algum tipo de fonte da juventude sangrenta? Não, caros leitores apesar de parecer um tipo de coisa que só vemos em histórias de vampiro (vampiro tá! Crepúsculo não vale), cientistas da Universidade de Stanford divulgaram uma pesquisa que atesta que ratos idosos passaram por um processo “rejuvenescedor” assim que receberam sangue de ratos mais jovens.





Mas seria possível retardar os efeitos do tempo apenas injetando sangue de alguém mais jovem? Na realidade, o ratinho que recebeu o sangue do “coleguinha” mais jovem de laboratório passou a produzir mais neurônios, as sinapses ficaram mais ativas e ele sofreu até menos inflamações, afirma o estudo.
Além disso, os pesquisadores decidiram fazer o contrário também, ou seja, injetar sangue de um rato idoso em um rato mais jovem, e constataram que o efeito reverso também ocorre, já que os ratinhos exibiram sintomas de um envelhecimento precoce.
Mas seria o fim desta era de cirurgias plásticas? Finalmente será possível alcançar a vida eterna apenas renovando o sangue? Calma amiguinhos, na realidade o estudo é importante no campo da degeneração cerebral, pois a teoria atual sugere que o fato de as pessoas “caducarem” tem relação direta com produção dos neurônios e não com o sangue!


sábado, 7 de janeiro de 2012

A Verdade sobre os Contos de Fadas - Várias Histórias

Branca de neve 
Na história original da Branca de Neve, a "madrasta malvada" (que em algumas versões não é madrasta e sim sua mãe original) não cai de um penhasco como é mostrado no final do filme da Disney. Ela na verdade é forçada a vestir sapatos de ferro em brasa e dançar até cair morta. Outra bizarrice nessa história é a idade da branca de neve. Na versão dos Irmãos Grimm ela tem apenas sete anos, ou seja, príncipes pedófilos eram normais naquela época. E ao invés de dar um "beijo de amor", o principie carrega o CORPO MORTO (ou adormecido, se vocês quiserem) da Branca de Neve para seu palácio, para que assim ela estivesse sempre com ele (isso pode ser considerado um tipo de necrofilia?). Depois de algum tempo, um de seus servos, cansado de ter que carregar um caixão de um lado pro outro, resolve descontar suas frustrações dando uma baita SURRA na menina desacordada. Um dos golpes desferidos no estômago faz com que ela vomite a maçã envenenada e assim volte à vida.
Mas de todas as mudanças feitas através dos anos, a mais sangrenta foi em relação ao coração da Branca de Neve. Nas histórias mais antigas a rainha não pedia ao caçador para trazer só ele. Ela queria também outros órgãos principais como pulmão, fígado etc... Fora isso, ela também queria um jarro com seu sangue (acho que o caçador precisou mais que um cervo pra resolver isso). Vocês devem estar perguntando: "pra que tudo isso?". Simples, ela queria JANTAR a Branca de Neve! Bizarro não!?

Cinderela

























Esse é um dos contos de fadas mais antigos já registrados, e com a maior quantidade de variações também (mais ou menos 700). Algumas versões envolvendo um peixe gigante no lugar da fada madrinha datam de 850 a.D. ! Em outras histórias a fada madrinha é na verdade uma árvore que nasce sobre o túmulo da mãe da Cinderela.
Uma das modificações mais brutais ocorre no momento em que as irmãs malvadas tentam calçar os sapatos de cristal para enganar o príncipe, numa versão bem bizarra da história, uma delas CORTA fora seus dedos do pé para vestir o sapatinho e assim enganar o príncipe. Mas ela é desmascarada pelos pássaros amigos da Cinderela, que mostram ao príncipe o sangue escorrendo pelos sapatinhos, e depois, como vingança, arrancam os olhos das duas irmãs que terminam suas vidas cegas e mancas.
Há ainda uma outra versão (na verdade, ela é tão diferente que alguns nem a consideram como uma versão e sim um tipo de CINDERELLA ORIGINS) onde a cinderela era filha de um rei viúvo (algumas vezes a própria Cinderela foi quem matou a mãe) que jurou nunca mais se casar, a não ser que encontre uma mulher tão bela quanto a falecida esposa, que tivesse os cabelos cor de ouro, e que conseguisse calçar os mesmos sapatos da finada (fetiche por pés sacou!?). Acaba que sua filha (Cinderela) preenche todos os requisitos, como dois e dois são quatro, nada mais lógico que ele se casar com a própria filha.
Ela, por sua vez, na tentativa de fugir do casamento com seu próprio pai velho, barrigudo e incestuoso, foge pelo mar num armário de madeira (eu também achei estranho mais fazer o que, os caras eram criativos oras), no final ela consegue fugir, mas acaba do outro lado do mundo trabalhando como escrava na casa das irmãs malvadas, e daí pra frente começa a historia que vocês conhecem.

João e Maria


Essa por si só já é assustadora, afinal, um pai que larga os filhos na floresta para morrer de fome não é lá o tipo de coisa que se lê para crianças certo!? Mas, numa versão mais antiga, a madrasta má, que pressiona o marido a lagar seus filhos na floresta, e a bruxa má são a mesma pessoa. Achei isso bem esquisito, mas as duas personagens tem personalidade bem similar. Outra alteração feita durante os anos foi com relação à própria bruxa que, em certa versão da história, na verdade é um casal de demônios, e ao invés de cozinhar João, eles querem estripa-lo num cavalete de madeira.
Quando o demônio "macho" sai para uma caminhada, a "demônia" manda Maria ajudar João a subir no cavalete, assim, quando seu marido voltar, tudo já estaria preparado. A esperta Maria finge não saber como colocar João deitado e pede para a "demônia" mostrar como se faz. Quando ela deita no cavalete, João e Maria a amarram e rapidamente cortam sua garganta. Depois fogem levando o dinheiro e a carroça do pobre casal de demônios.

O Flautista de Hamelin

Nessa historia, um tocador de flautas mágico é contratado por uma cidade para livrá-la de uma infestação de ratos. Ele cumpre seu papel, mas quando volta para receber seu tão suado dinheirinho, a cidade se recusa a pagar. Daí, como vingança, ele usa os poderes de sua flauta para raptar todas as crianças da cidade e só as devolve após receber seu pagamento. Até aqui tudo bonito, mensagem positiva e uma moral no fim da historia. Mas, o conto original não é bem assim, nele, o encantador não devolve as crianças depois de receber da relutante cidade. Na verdade ele faz com que elas todas se afoguem num rio. E, em algumas versões ainda mais antigas, há referências à pedofilia em massa dentro de uma caverna escura.

A pequena sereia

A grande diferença nesse conto está em seu final. Ao invés de se casar com o príncipe e viver feliz para sempre, a pequena sereia na verdade é abandonada por ele logo após ela beber a poção mágica que lhe transforma em mulher. Mas, como tudo tem seu preço, a poção tem um pequeno efeito colateral: durante o resto de sua vida a pequena ex-sereia iria sentir uma dor tremenda nos pés, como se eles estivesse pisando constantemente em facas. Vendo a traição, alguém (juro que não consegui descobrir quem) oferece um punhal para que ela tenha sua vingança. Mas, ao invés disso, ela pula no mar e "morre" se dissolvendo em espuma. Bom, comparado com à chapeuzinho vermelho, essa é até bem tranquila.



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Será que você consegue ler isso?


Conseguiu? Então parabéns! Fique orgulhoso da sua capacidade hahaha
Você merece aplausos!


domingo, 1 de janeiro de 2012

Ouroboros

A serpente Ouroboros em um antigo manuscrito alquímico grego.

Ouroboros (ou oroboro ou ainda uróboro) é um símbolo representado por uma serpente, ou um dragão, que morde a própria cauda. É um símbolo para a eternidade. Está relacionado com a alquimia, que é por vezes representado como dois animais míticos, mordendo rabo um ao outro. É possível que o símbolo matemático de infinito tenha tido sua origem a partir desta imagem.
Segundo o Dictionnaire des symboles o ouroboros simboliza o ciclo da evolução voltando-se sobre si mesmo. O símbolo contém as ideias de movimento, continuidade, auto fecundação e, em consequência, eterno retorno.
Albert Pike, em seu livro, Morals and Dogma [p. 496], explica: "A serpente, enrolada em um ovo, era um símbolo comum para os egípcios, os druidas e os indianos. É uma referência à criação do universo".
A forma circular do símbolo permite ainda a interpretação de que a serpente figura o mundo infernal, enquanto o mundo celeste é simbolizado pelo círculo.
Noutra interpretação, menos maniqueísta, a serpente rompe uma evolução linear, ao morder a cauda, marcando uma mudança, pelo que parece emergir num outro nível de existência, simbolizado pelo círculo.

Para alguns autores, a imagem da serpente mordendo a cauda, fechando-se sobre o próprio ciclo, evoca a roda da existência. A roda da existência é um símbolo solar, na maior parte das tradições. Ao contrário do círculo, a roda tem certa valência de imperfeição, reportando-se ao mundo do futuro, da criação contínua, da contingência, do perecível.
O ouroboros costuma ser representado pelo círculo. O que parece indicar, além do perpétuo retorno, a espiral da evolução, a dança sagrada de morte e reconstrução.
Pode-se referir que o ouroboros, ou símbolos semelhantes, constam de obras alquímicas, nas quais significa “alimenta este fogo com fogo, até que se extinga e obterás a coisa mais estável que penetras todas as coisas, e um verme devorou o outro, e emerge esta imagem”. Isto, após uma fase em que pela separação se divide o um em dois, que contém em si mesmo os três e o quatro, “... é um fogo que consome tudo, que abre e fecha todas as coisas”.
Registre-se ainda, na tentativa de avançar pistas para a raiz etimológica da palavra “ouroboros”, que em copta “ouro” significa “rei” e em hebraico “ob” significa “serpente”.
Se o segundo símbolo constante da nossa imagem for uma alcachofra, diga-se que esta é tida por alguns o análogo vegetal da fénix, pois após ser submetida ao calor a sua flor perde o colorido e fica totalmente branca, posto o que renasce.
Geralmente, nos livros antigos, o símbolo vem acompanhado da expressão "Hen to pan" (o um, o todo). Remete-se assim, mais uma vez, ao tema da ressurreição, que pode simbolizar o “novo” nascimento do iniciado.
Em relação a certos ensinamentos do budismo tibetano (como dzogchen e mahamudra), pode-se esboçar uma maneira específica para vivenciar (em estado meditativo) este ato de "morder a própria cauda". Por exemplo, ao perceber-se num estado mental atípico (além das formas habituais) procurar olhar a si mesmo.

Oroboro e a Simbologia da Serpente

A Simbologia da Serpente está presente desde tempos remotos. Em diferentes lugares e culturas, está associada com a fonte original da vida. É um paradoxo, pois tanto significa vida ou morte, luz ou trevas, bem ou mal, sabedoria ou paixão e assim por diante.
Quando se fala sobre fonte original da vida não é pouca coisa, estamos falando do princípio. Onde havia caos, trouxe a ordem. É, portanto até mesmo anterior à Criação. Em outras palavras, veio ainda antes de tudo ser criado.

O signo confunde as pessoas, pois é paradoxal. Algumas pessoas lembram que a serpente troca de pele, ou seja, renovação… Outras porções de pessoas lembram-se do veneno que, adivinhem… traz a morte. Por isso a serpente era venerada em rituais antigos e pagãos. Uma força da natureza que simboliza tanto a vida quanto a morte é bastante comum, como um deus que castiga e premia ao mesmo tempo.
O que é interessante neste paradoxo é que a serpente é tanto encontrada em cultos solares quanto lunares.
Quando transportado para o ambiente alquímico, a cobra e às vezes o dragão (que não é nada mais do que a representação da serpente e os elementos) simbolizam o processo da transformação.
Transformação e recriação sem início ou fim… não é a toa que seu nome é lido igual em qualquer sentido.
Oroboro… inverta as letras e você terá oroboro. Esses caras pensavam em tudo, não? Bom, se você procurar o que significa seu antigo nome em grego, terá uma surpresa interessante. Seu nome significa que o signo é exatamente aquilo que é definido por sua função. Novamente o círculo.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

O blog 99% Anjo está fazendo aniversário

Oolá queridos seres da noite, hoje estou aqui para falar sobre o blog de uma amiga minha que está comemorando 1 ano de existência.


Em agradecimento à todos que seguem esse blog, ela está dedicando um selinho especial e o sorteio de um presente. Ficou curioso? Então, para saber mais sobre esse sorteio, clique aqui.



Apesar do meu curto espaço de tempo na minha agenda para organizar as minhas visitas aos blogs, eu posso dizer que o 99% Anjo é um blog diferente, ironicamente que ‘’vive nas nuvens’’, perfeito para você que é um anjinho rsrsrs Lindo e encantador, para quem gosta muito de sair voando por aí. Então, quem não gosta?

Muitos Beeeeijos e abraços para o blog s2